Summary of A Nation Without Borders: The United States and Its World in an Age of Civil Wars, 1830-1910 by Steven Hahn
Sunday, September 28, 2025
Ah, A Nation Without Borders! A title so tantalizing que você se pergunta se o autor estava na verdade falando sobre a incrível habilidade dos americanos de se expandir sob as mais variadas circunstâncias, ou se o título é mais uma alusão àquelas férias epicamente desastrosas em que você tenta cruzar fronteiras apenas para ser parado numa longa fila. Mas, neste caso, estamos falando de uma era em que os Estados Unidos estavam mais ocupados com suas próprias guerras civis do que em estabelecer fronteiras de verdade. Vamos lá!
Steven Hahn nos leva a uma viagem na linha do tempo entre 1830 e 1910, uma época que, para todos os efeitos, poderia ser chamada de "Dois-pontos-de-vista-de-como-não-fazer-América". Este é o periodo em que os Estados Unidos, como um adolescente rebelde, estavam experimentando sua identidade - errando na quantidade certa de guerras civis, revoltas sociais e... uma pitada de imperialismo. É aqui que você perceberá que até os americanos estavam, em alguns momentos, se perguntando: "o que estamos fazendo mesmo?"
Primeiro, vamos considerar a guerra civil. Homer Simpson diria: "D'oh!" E Hahn está aqui para explicar tudo que realmente aconteceu. O autor pinta um quadro vívido do conflito entre o Norte e o Sul, onde os estados do sul estavam mais preocupados em manter seu "modo de vida" e os do norte estavam, bem, tentando acabar com isso. Manners, dear! Aqui começamos a perceber que a luta pela liberdade tinha umas reviravoltas - spoiler: a liberdade não vinha fácil e, definitivamente, não era para todos. Se você acha que a luta civil era apenas uma questão de abolir a escravidão, pense de novo! A economia, as ideias de cidadania e ... bem, egos das mais variadas dimensões também estavam em jogo.
E como se isso não fosse o suficiente, Hahn ainda nos presenteia com uma pesquisa sobre as políticas de fronteira. Enquanto estamos aqui, quase à beira de um colapso, os EUA estendem seus tentáculos para o oeste e além, porque, afinal, por que não adicionar mais uma boa dose de colonização à mistura? Esse empurrão em direção ao oeste não é nada menos que uma obra-prima de como fazer amigos e influenciar pessoas - especialmente se você estiver disposto a ignorar a população nativa no processo.
Mas não pense que Hahn para por aí! É claro que ele mergulha também nas relações exteriores e nos efeitos que essas mudanças tiveram no resto do mundo. Enquanto os americanos estavam em seu pequeno drama interno, o mundo estava observando com um olhar curioso, como se estivessem assistindo a um reality show cheio de reviravoltas inesperadas. Só que neste caso, a televisão não estava funcionando e os "votantes" eram muitas vezes mortos-vivos ao invés de heróis.
Por onde quer que você olhe, os eventos de 1830 a 1910 são um grande jogo de xadrez onde as peças têm mentes próprias e, por algum motivo, todos estão apenas empurrando umas às outras, como amigos em uma festa onde alguém esbarrou no seu copo. A Nation Without Borders não é apenas um passeio pela história americana, mas também uma reflexão sobre como a ideia de nacionalidade e identidade pode ser tão confusa quanto a senha do Wi-Fi da vizinhança.
Spoiler alert (porque sim, esse livro é repleto deles!): ao final desses 80 anos, a América não estava mais "sem fronteiras" - estava cheia de divisões, complexidades e uma boa dose de contradições. No entanto, americano é assim mesmo, sempre buscando o próximo destino e ignorando os sinais ao longo do caminho. Em resumo, se você quer entender como os Estados Unidos se tornaram o "grande país" que conhecemos hoje, já sabe por onde começar. Prepare-se, porque essa viagem é cheia de surpresas e reviravoltas que fariam qualquer montanha-russa parecer um passeio de carrinho de bebê.
Então, da próxima vez que você estiver preso no tráfego com um pensamento sobre a história nacional, lembre-se de Hahn, que poderia lhe dar uma pausa na confusão, com um olhar bem-humorado sobre a bagunça que foram os Estados Unidos neste período. Bon voyage!
Maddie Page
Classics, bestsellers, and guilty pleasures-none are safe from my sarcastic recaps. I turn heavy reads into lighthearted summaries you can actually enjoy. Warning: may cause random outbursts of laughter while pretending to study literature.